Leia João 1.1 a 14

Nesta semana será comemorado, mais uma vez, o Natal! O sentido desta data não pode se perder em meio à exploração comercial e a maneira mundana como muitos a comemoram, apenas com o excesso de comida, bebida e troca de presentes.

No primeiro capítulo do seu Evangelho, João fala sobre a encarnação de Cristo. Refere-se a Ele como a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem. A mensagem de João focaliza a essência do Natal; e nos desafia a redescobrir o significado desse maravilhoso evento.

Vejamos, então:

O Natal é um tempo de luz
“A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela. Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João. Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele. Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz, a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem” (Jo 1.4-9)

Jesus é a luz do mundo! Portanto, o brilho que caracteriza a celebração do Natal deve ser um lembrete acerca dessa verdade teológica.

O Natal é um tempo de reconciliação
“O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome” (Jo 1.10-12).

O Natal é um convite à reconciliação entre o homem e Deus; entre o homem e o seu semelhante. É um tempo de perdão, de paz, de confraternização e de alegria.

O Natal é um tempo de manifestação da glória de Deus
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14).

A vinda de Cristo ao mundo, para trazer salvação, revela a glória de Deus. O maior presente de Natal é, sem dúvida, a salvação oferecida por Cristo àqueles que creem. Assim escreve o apóstolo Paulo: “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus. Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (II Co 5.18-21).

Rev. Eneziel Peixoto de Andrade
eneziel@hotmail.com

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