No final da Carta aos Romanos, Paulo registra algumas saudações especiais. Entre as saudações ali encontradas, está a seguinte: “Saudai Priscila e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus… saudai igualmente a igreja que se reúne na casa deles.” (Rm 16.3-5). Por essa saudação é possível perceber que o relacionamento da família de Áquila e Priscila com a igreja era o melhor possível.

Como é o relacionamento entre sua família e a Igreja? É um relacionamento saudável e gratificante? É um relacionamento tumultuado? Ou é um relacionamento marcado pela indiferença?

A qualidade de relacionamento que a família tem com a Igreja demonstra o seu nível de santidade. Como haverá santidade no seio de uma família que não está integrada à Igreja e que a despreza?

A família que preza a santidade torna-se extremamente zelosa no que se refere ao seu relacionamento com a Igreja. Quando as críticas e ressentimentos cedem lugar ao perdão, à simpatia, ao engajamento, ao serviço na causa cristã, toda a família se sente motivada a servir a Deus. Consequentemente, todos se edificam, crescem e descobrem o prazer de servir ao Senhor com alegria.

A maneira como a família se relaciona com a Igreja evidencia se, de fato, os seus membros levam a sério a questão da santidade.

O apóstolo Paulo censurou algumas famílias entre os coríntios, cujo relacionamento com outras famílias da igreja estava abalado: “Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem?” (I Co 3.3).

Zelemos pelo relacionamento com a Igreja à qual o Senhor nos tem dado a graça de pertencer!

Rev. Eneziel Peixoto de Andrade

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